sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Invadimos o espaço dos animais, derrubamos suas casas, dizimamos suas famílias, tiramos sua comida e quando eles vem buscar algo perto de nós, que lhes tiramos tudo... os matamos. Essa é a forma como querem resolver - mas não vamos aceitar isso, agora é preciso pensar num jeito de ajuda-los a viverem no seu próprio mundo que o homem destruiu, e não assassiná-los para aumentar ainda mais nosso conforto - até quando teremos que tolerar tanto descaso com nossos animais? alguns “seres humanos” deveriam extintos da face da terra!





sábado, 25 de janeiro de 2020

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

e hace 30 años sólo de su Huerta

🍅 Esta escritora vive hace 30 años sólo de su Huerta

http://www.inspimundo.com/2020/01/jill-redwood-australia-huerta/

Jill Redwood es un activista ambiental, presidente de una asociación en la región que para hacer un poco de dinero, escribe y dibuja historietas. 
(...) Su refugio se llama Witchwood, y está a una hora y media de la ciudad de Gippsland, al sureste de Australia. A pesar de que admite que es una opción de vida un poco radical, ella se siente sumamente satisfecha y anima a todos los que la apoyan a emigrar a ese estilo de vida. Para ella, prestar atención a la naturaleza es más que una necesidad, es obvio, y comienza con la simplicidad voluntaria.
Su modo de vida es muy simple sin estar aislado del mundo y la tecnología.
En sus 6 hectáreas de terreno, Jill Redwood tiene todos los recursos necesarios para vivir de manera autosuficiente. Ella hace crecer sus propias frutas y verduras y, como una gran amante de los animales, vive con perros, caballos, cabras, gansos y gallinas. (...)

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

https://vegazeta.com.br/ldjarn-sobre-o-desrespeito-aos-animais/
"Vidar Vaaer, mais conhecido como Ildjarn, é um músico norueguês e vegano que sempre se identificou mais com a natureza do que com a civilização. Preferindo o ostracismo a uma movimentada vida social, ele concedeu poucas entrevistas desde que começou a compor em 1992. Considerado uma figura enigmática da música underground norueguesa, Ildjarn aderiu ao veganismo quando tinha 17 anos. "Respeito os animais e os considero seres dignos de viver. Penso que o meu isolamento se deve em grande parte ao desrespeito dos seres humanos em relação aos animais." "

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Ainnn...
Não vivo sem carne!!
Sou muito carnívoro.
🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
Meu bem, sinto muito, mas carnívoro você não é não!
Você é necrófago!!!
Valorize-se!💚 (Maria Paiola)

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

O bilionário Richard Branson, fundador do grupo Virgin, publicou um artigo falando sobre o futuro da carne. Segundo Branson, em cerca de 30 anos, será um choque lembrar que matávamos animais em massa para comer. Ele defende que no futuro as carnes baseadas em vegetais e desenvolvidas em laboratório serão a norma.
https://vegazeta.com.br/richard-branson-sobre-matar-animais-para-comer/

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Alimento lindo. Video

Alimento lindo, alimento limpo, alimento vivo, quero agradecer...
https://www.facebook.com/tiago.negrao2/videos/10204647090249032/
Alimentação viva. Crudivorismo. Veganismo.

# Cuidar da saúde e' nossa maior contribuição ambiental. Acredito que a força da alimentação viva, com receitas que privilegiem o paladar afetivo e maior visão ecológica, cria um impacto cultural e ambiental positivo. (Conceição Trucom) #
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Veganocrudivorismo ~ frugivorismo
🥑🥔🌰🍍🍋🍌🍅🥕💚

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

papel higienico

Spiritual Revolution
2014
Boa parte da madeira usada para fabricar rolos de papel higiênico é tirada das florestas nativas, importantes na absorção do dióxido de carbono (CO2), gás do efeito estufa. E o que dizer das árvores plantadas exclusivamente para a produção de papel, em áreas de constante reflorestamento? Lista negra - porque áreas de monocultura não servem de habitat para variedades grandes de animais. Enfim, a tese é que, para estar em paz com o planeta, é preciso usar papel higiênico do tipo áspero

domingo, 10 de novembro de 2019

Veganismo ~ links Vegazeta

https://vegazeta.com.br/fundador-do-movimento-vegano-e-homenageado-na-inglaterra/

https://vegazeta.com.br/mary-midgley-filosofia-e-os-animais/?fbclid=IwAR0Vx96mwv0XdtHrPOOV8BiePrM-_vTs5KBGRHcEST6q59JiNBLDSCWsrPQ

Mary Midgley: somos mais primitivos que outros animais  ~ Segundo a filósofa britânica, um problema comum por parte de muitos cientistas é que eles ignoram a complexidade psicológica e motivacional que também faz parte dos animais. (6.12.18)

Mary escreveu que em diversos aspectos ainda somos verdadeiramente primitivos, enquanto outros animais, a quem não legamos direitos, são mais sofisticados do que nós em inúmeros aspectos (Acervo: The Guardian)
Falecida no dia 10 de outubro, aos 99 anos, Mary Midgley foi uma filósofa moral britânica que durante muito tempo lecionou na Universidade de Newscastle, na Inglaterra. Ela é mais conhecida por seu trabalho no campo da ética e dos direitos animais. Em 1978, aos 59 anos, ela lançou o livro “Beast and Man”, em que defende que os seres humanos são mais parecidos com os animais do que muitos filósofos e cientistas sociais sempre julgaram; isto porque sempre se preocuparam mais com as nossas diferenças em relação às outras espécies do que com as nossas semelhanças.
Na obra, ela declara que em diversos aspectos ainda somos verdadeiramente primitivos, enquanto outros animais, a quem não legamos direitos, são mais sofisticados do que nós em inúmeros aspectos. A obra foi o primeiro manifesto de Midgley contra o reducionismo, o determinismo, o behaviorismo e o relativismo que ela considera limitantes.
Em “Animals and Why They Matter”, outro de seus mais famosos livros, publicado em 1983, Mary analisa como a divisão e a oposição entre razão e emoção influenciaram nossas ideias morais e políticas; e como fizeram com que no decorrer do tempo ignorássemos a importância dos animais não humanos.
Ao longo de sua carreira, ela publicou mais de 15 livros. Uma das suas obras mais recentes é “Are you an illusion?”, lançada em 2014. O livro é uma reação à obra “The Astonishing Hypothesis”, do biólogo Francis Crick, que reduz os conceitos de livre-arbítrio e identidade pessoal a uma reação das células nervosas. Migdley rebateu essa tese considerando que pensamentos e memórias são parte da realidade de animais humanos e não humanos, e que precisam ser estudados como tais, assim exigindo diferentes métodos analíticos que não cabem dentro de uma perspectiva reducionista e determinista.
A identificação de Mary Midgley com os direitos animais começou no final dos anos 1950, quando ela conheceu o trabalho do zoólogo e ornitólogo Konrad Lorenz e da bióloga Jane Goodall. Em 1985, o seu ensaio “Persons and Non-Persons” foi publicado no livro “In Defense of Animals”, páginas 52-62, do filósofo australiano Peter Singer. No ensaio, ela apresenta argumentos que devemos considerar em contrariedade à objetificação animal.
Em 1999 e em 2003, o escritor sul-africano J.M. Coetzee, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, citou Mary Midgley e Tom Regan como referência em direitos animais nos livros “The Lives of Animals” e “Elizabeth Costello”. O trabalho de Mary é bastante enfático no que diz respeito ao que os filósofos podem aprender especialmente com os animais não humanos, ignorados por importantes pensadores que ajudaram a fundamentar e a moldar o antropocentrismo e o especismo. Em 27 de fevereiro de 2013, aos 93 anos, Mary Midgley concedeu uma entrevista a Simon Jenkins, do The Guardian. Ela o recebeu em sua casa em Newcastle, e na ocasião disse que quando se trata de falar sobre as diferenças entre pessoas e animais, na verdade, essa diferença não é tão grande quanto consideramos. “Os animais são muito mais sutis e complicados do que pensávamos”, enfatizou. Ela explicou a Jenkins que muitos dos problemas que enfrentamos hoje em relação à negação dos direitos dos animais à vida no contexto da ciência, por exemplo, está relacionado com o fato de que muitos cientistas não têm um senso de filosofia ou história. “O culto à ciência agora é amplamente praticado. Quando comecei a olhar a maneira como as pessoas falam sobre a ciência, percebi que existe essa noção grotescamente exagerada do que é e o que faz. Foi quando me interessei pelo comportamento animal, no final da guerra. Até então, não acho que pensei sobre ciência como uma espécie de campo rival do pensamento, mas uma vez que você começa…”, revelou. Segundo Mary, um problema comum por parte de muitos cientistas é que eles ignoram a complexidade psicológica e motivacional que também faz parte dos animais. Ela crê que se começarmos a reduzir tudo ao comportamento das células, estaremos reduzindo tudo ao determinismo, o que é um grande equívoco sob a perspectiva da filosofia moral. Mary Midgley nasceu em Londres em 13 de setembro de 1919.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

a plant-based breakfast

https://gamechangersmovie.com/recipes/big-breakfast-burrito/?fbclid=IwAR2j5kf7U5VDia1r5xpIcLTiEoAY5Hc-cW2wuF3S7zzrgeZg5dRbGWKH0rQ#utm_source=social&utm_medium=facebook

🍠 Dia Mundial Vegano 1 de novembro 🍃 Além das prateleiras.


Exatamente...
 🥕🌽 ~ Os veganos enxergam além das prateleiras. Depois que você se torna vegano, o seu olhar muda com relação à alimentação, aquilo que está nas prateleiras dos supermercados não são mais alimentos, ali estão expostos animais mortos, cadáveres de animais que só queriam viver e fazer a sua parte aqui neste mundo.
Sentimos tristeza e evitamos passar perto dessa parte do supermercado... (Froggren) ~
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