Alimento-me com gratidão e reverência. O alimento é tesouro. Afinal, é o que nos forma. Bom, limpo e justo. Fresco e tenro. Prática do ecogesto. E nutrir e trazer ao paladar sensibilidades, do modo como este as solicita conforme o organismo vai lhe confessando e guiando. Sorve plenitude. 😊🍃🍂🍃🍀 ... l'Alchimie de la Nature. Viviane Anetti. (Goiaba e Alecrim! https://goiabaealecrim.blogspot.com.br)
terça-feira, 9 de abril de 2019
domingo, 31 de março de 2019
terça-feira, 26 de março de 2019
Permaculture-se
Harmonize-se
Integre-se
Ao mesmo tempo não se limite aos nomes e conceitos (fronteiras, rótulos).
Hoje vemos 'nomes' como a Permacultura e a Agroecologia se perderem, se descaracterizarem e se capitalizarem (no pior sentido da coisa) em diversos meios...
Atente-se, bora transcender!
(Marcelo Gomes Barroca Xavier)
https://humanurehandbook.com/downloads/Humanure_Portuguese.pdf
Harmonize-se
Integre-se
Ao mesmo tempo não se limite aos nomes e conceitos (fronteiras, rótulos).
Hoje vemos 'nomes' como a Permacultura e a Agroecologia se perderem, se descaracterizarem e se capitalizarem (no pior sentido da coisa) em diversos meios...
Atente-se, bora transcender!
(Marcelo Gomes Barroca Xavier)
https://humanurehandbook.com/downloads/Humanure_Portuguese.pdf
segunda-feira, 18 de março de 2019
Destruição não é superioridade!
Proteção,te torna um ser superior e nobre!
Do contrário, é fraqueza de caráter..
AME-SE!!!
☆
Sejamos o porto seguro e nunca o medo e dor!
Be Vegan!🌞🌻🍑🌻🍉🌻🍆🌻🍍🌻🌽🌻🍎🌻🍇🌻🍓🌻🍏
☆
Paz a todos os seres viventes, não é utopia!
Só depende de nós!!
A todos que praticam o "viva e deixa viver",um grande abraço de gratidão!!
Beijos!❤️🐦🐓🐢🐊🐿️🐇🐅🐈🐆
Proteção,te torna um ser superior e nobre!
Do contrário, é fraqueza de caráter..
AME-SE!!!
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Sejamos o porto seguro e nunca o medo e dor!
Be Vegan!🌞🌻🍑🌻🍉🌻🍆🌻🍍🌻🌽🌻🍎🌻🍇🌻🍓🌻🍏
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Paz a todos os seres viventes, não é utopia!
Só depende de nós!!
A todos que praticam o "viva e deixa viver",um grande abraço de gratidão!!
Beijos!❤️🐦🐓🐢🐊🐿️🐇🐅🐈🐆
Cada um se dá o valor que acha que merece.
Simples assim ...
(Maria Paiola)
domingo, 17 de março de 2019
Walden ou A Vida nos Bosques.
💚 relendo Walden, ou A vida nos bosques. Inclui "A Desobediência Civil". De Henry D. Thoreau.
Um ensaio sobre o homem e a Natureza.
Sua visão panteísta e integralizante.
... tem-se além do amor franciscano, a reverência panteística que o torna um ecologista de vanguarda...
"(...) Mais que um relato autobiográfico ou simples descrição do ambiente, este livro, editado pela primeira vez em 1854, é um ensaio sobre o homem e a natureza. É hoje considerado, juntamente com os "Ensaios" de Emerson, a obra literária mais significativa do Transcendentalismo, movimento religioso que floresceu na Nova Inglaterra em consequência do impacto do idealismo pós-kantiano nos Estados Unidos.
Como se sabe, esse movimento rejeitava os milagres cristãos e a fé revelada, defendendo a convicção na existência de um princípio divino no interior de cada homem, o direito da sanção individual em matéria de fé. Salientavam, além disso, os transcendentalistas, a capacidade da intuição para apreender a verdade, da consciência como guia moral e da inspiração como fonte criadora da literatura. Emancipados da influência exclusiva da Bíblia, voltaram-se para a natureza e para outras fontes literárias, tais como Platão, os neoplatônicos e os filósofos orientais. Tal abertura de espírito, manifesta nesse ecletismo, levou-os à atitude revolucionária e a sentir a necessidade da reforma social. Por outro lado, foi o Transcendentalismo um movimento fundamentalmente romântico, razão pela qual nele se delineiam os traços característicos do individualismo com a ênfase platônica no sujeito, da crença na hegemonia da natureza sobre a sociedade, da consequente rebelião contra as instituições levando ao refúgio na mãe natureza.
Além de ser expressão do Transcendentalismo e do Romantismo norte-americano, Walden ou a Vida nos Bosques é a cristalização dos ideais do Golden Age, período de paz e prosperidade que antecedeu a Guerra de Secessão e a subsequente explosão industrial.
(...) ... A seu ver, a Natureza ainda que regida por algumas leis particulares não pode ser totalmente apreendida por meios intelectuais. Possui os atributos de uma divindade indiferente ao homem: "A Natureza não coloca nenhuma questão, nem sequer responde o que nós mortais perguntamos". (...)
"... Certo agricultor me diz: 'Não se pode viver só à base de alimentos vegetais porque não fornecem matéria-prima para os ossos.', e de acordo com isso dedica religiosamente parte do dia a suprir essa deficiência em seu sistema e enquanto fala, vai caminhando o tempo todo atrás de bois que, com ossos feitos de vegetais, arrastam às sacudidelas, ele e o arado pesadão, vencendo todos os obstáculos.(...)"
quarta-feira, 13 de março de 2019
BeVegan💚
Salvar um animal pode não mudar o mundo, mas mudará o mundo desse animal 💛
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Nenhum animal precisa de morrer para o nosso coração continuar a bater. Inscrevam-se no Desafio Vegetariano e espreitem este e-book com 40 receitas veganas: http://bit.ly/pdfreceitasveganas 🍓🍉
Arte | @lauraklinke_art
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sábado, 2 de março de 2019
Veganismo.
Veganismo é um movimento de justiça social pelos animais. A saúde é uma consequência da decisão ética. Pesquise sobre especismo, sobre abolicionismo animal. ✊🌎🌻
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
Pão, os mitos
Mais um da série "o mito dos cereais integrais como alimentos ideais para a saúde humana", este compartilhado pelo Dr. Alexandre Feldman - @enxaqueca. Lhe convido a entrar no IG dele para conhecer suas observações sobre o assunto.
Na verdade, acredito que o melhor seja não comer pão - especialmente o industrializado. O trigo moderno nosso de cada dia é muito diferente do trigo bíblico e não pode ser considerado uma alimento natural, com todas as suas hibridizações que modificaram seu conteúdo nutricional e o transformaram em algo que traz efeitos colaterais significativos - silenciosos para alguns, gritantes para outros.
Mas, se a idéia de deixar de comer pão te parece algo distante, busque o pão de digestão mais suave, com menos efeitos colaterais, sem bromato, preparado como os padeiros do antigo continente o fazem desde muito - através de longa fermentação natural. Um pão ideal seria feito com espelta ou kamut (variedades ancestrais do trigo), fermentado por cerca de 2 a 3 dias, e jamais acrescentado de gordura vegetal hidrogenada - presença garantida naqueles pães e bolachas "integrais" vendidos pela indústria que adora fingir atender a quem busca por alimento saudável.
Aos brasileiros, sugiro a riqueza de nossa terra: mandioca, inhame, cará, tapioca, baroa, abóbora......
Na verdade, acredito que o melhor seja não comer pão - especialmente o industrializado. O trigo moderno nosso de cada dia é muito diferente do trigo bíblico e não pode ser considerado uma alimento natural, com todas as suas hibridizações que modificaram seu conteúdo nutricional e o transformaram em algo que traz efeitos colaterais significativos - silenciosos para alguns, gritantes para outros.
Mas, se a idéia de deixar de comer pão te parece algo distante, busque o pão de digestão mais suave, com menos efeitos colaterais, sem bromato, preparado como os padeiros do antigo continente o fazem desde muito - através de longa fermentação natural. Um pão ideal seria feito com espelta ou kamut (variedades ancestrais do trigo), fermentado por cerca de 2 a 3 dias, e jamais acrescentado de gordura vegetal hidrogenada - presença garantida naqueles pães e bolachas "integrais" vendidos pela indústria que adora fingir atender a quem busca por alimento saudável.
Aos brasileiros, sugiro a riqueza de nossa terra: mandioca, inhame, cará, tapioca, baroa, abóbora......
domingo, 17 de fevereiro de 2019
Tolstói, o consumo de carnes é imoral.
Para Tolstói, o consumo de carne é imoral porque depende do assassinato de um animal.
Segundo o escritor russo, o ser humano não deve fingir ignorância sobre o sofrimento dos animais reduzidos a alimento.
https://www.anda.jor.br/2017/05/historia-do-veganismo/?fbclid=IwAR39cY7mlCAGQUkQMNZbcE81h6xlL7g90UsMl1v4gtgsUIGzcILMqdwLaDI- íntegra.
“Enquanto o ser humano for implacável com as criaturas vivas, ele nunca conhecerá a saúde e a paz”
“Enquanto o ser humano for implacável com as criaturas vivas, ele nunca conhecerá a saúde e a paz. Enquanto os homens continuarem massacrando animais, eles também permanecerão matando uns aos outros. Na verdade, quem semeia assassinato e dor não pode colher alegria e amor”, disse o filósofo grego Pitágoras por volta de 500 anos antes de Cristo.
Pitágoras: “Quem semeia assassinato e dor não pode colher alegria e amor”
No mesmo período, Siddhārtha Gautama, o Buda, conversou com seus seguidores sobre a importância da alimentação isenta de ingredientes de origem animal. Assim, Pitágoras e Siddhārtha se tornaram as primeiras referências de uma consciência que mais tarde ajudaria a moldar o veganismo.
Muito tempo depois, no século I, o filósofo grego Plutarco escreveu “Do Consumo da Carne”. No Discurso Primeiro, ele define o apetite humano por carne como uma manifestação de luxúria, lascívia supérflua. “Aos inocentes, aos mansos, aos que não têm auxílio nem defesa – a esses perseguimos e matamos. Só para ter um pedaço da sua carne, os privamos da luz do sol, da vida para que nasceram. Tomamos por inarticulados e inexpressivos os gritos de queixume que eles soltam e voam em todas as direções”, registrou.
(...) Em 1580, o filósofo e humanista francês Michel de Montaigne publicou o livro “Ensaios”, dando origem ao gênero situado entre o poético e o didático. E foi nessa obra que dedicou espaço para comentar que as índoles sanguinárias do ser humano em relação aos animais atestam propensão natural à crueldade.
Para Montaigne, a ideia da superioridade do ser humano diante dos animais corrobora a máxima presunção e um falso direito de violência sobre outras espécies. Ele defende que, como racional, o ser humano tem um dever moral em relação aos animais, seres que têm vida e sentimento.
“Envolvido em um turbilhão social, basta que ele não se deixe arrastar nem pelas paixões, nem pelas opiniões dos homens; veja ele pelos seus olhos, sinta pelo seu coração; não o governe nenhuma autoridade, exceto a de sua própria razão”, declarou o suíço Jean-Jacques Rousseau, precursor do romantismo e defensor do vegetarianismo, em “O Bom Selvagem”.
(...) Em 1931, e de volta a Londres, o indiano Mahatma Gandhi ingressou no comitê executivo da Sociedade Vegetariana e deu um discurso argumentando que a alimentação livre de carne era uma questão de ética, não de saúde. Sem demora, surgiram discussões sobre o tratamento dado às galinhas e vacas leiteiras. Os debates foram transformados em artigos publicados no boletim informativo Vegetarian Messenger, dividindo opiniões.
(...) o renomado escritor irlandês e defensor do vegetarianismo George Bernard Shaw, que ao saber a verdade envolvendo a produção de leite e ovos, abdicou completamente do consumo. E o que ajudou Watson a popularizar o veganismo foi o fato de que 40% das vacas leiteiras da Grã-Bretanha contraíram tuberculose em 1943.
“Animais são meus amigos…e eu não como meus amigos. Enquanto formos os túmulos vivos dos animais assassinados, como poderemos esperar uma condição ideal de vida nesta terra? Quando um homem mata um tigre, ele chama isso de esporte, mas quando um tigre mata uma pessoa dizem que isso é ferocidade”, registrou Shaw em seu diário.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
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